Sou a Deusa da penumbra escuridão,
da pálida e azeda madrugada
nascida dum fragmento de aparição
miraculosamente desalinhada.
Procuro lágrimas e saudades,
mágoas, gritos e dores.
Alimento-me das imoralidades
dos milhares de pecadores.
Adquiri o dialecto da morte
e herdei a fúria das trovoadas
a crua ambiguidade da sorte
e a insensatez das madrugadas.
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